 |
|
|
NOCIVO A QUEM FUMA? PIOR PRA QUEM NÃO FUMA!
Perdi a conta das inúmeras discussões com fumantes colegas de trabalho. Sofro de alergia. Principalmente durante o inverno tenho severas crises de rinite, crises agravadas com a fumaça do cigarro. Os olhos ardem, o nariz escorre e no rosto a coriza representa a feiúra doente provocada pela inconveniência do vício. Inconformado diante da insensibilidade de alguns companheiros de trabalho, optei por discutir. Tentava convencê-los de que fumar em salas fechadas era penoso demais para aqueles que não fumam. Mesmo contrariados, meus amigos fumantes acabavam por atender ao meu pedido e evitavam fumar na minha presença. Não fumavam na minha presença, mas deixavam a fumaça na sala. Cheguei ao cúmulo de pregar na parede da redação um pôster com um gráfico explicativo sobre os males do cigarro ao organismo humano. O pôster durou poucos dias e antes de ser retirado da parede, obviamente, já estava todo rabiscado, praticamente destruído.
A situação só foi resolvida mesmo quando a direção da Fundação Cásper Líbero proibiu o cigarro em salas de reunião e redações. Eu juro! Não tive nada a ver com isso. Pequenos espaços ao ar livre foram transformados em fumódromos. E assim fumantes e não fumantes passaram a ter uma convivência harmônica, sem espirros e reclamações.
Escrito por Celso Cardoso às 20h43
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|

Escrito por Celso Cardoso às 10h03
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
NÃO FOI COMO DESEJÁVAMOS, MAS FOI BOM!
Estou de volta! Coincidentemente minhas férias terminaram no mesmo dia em que foram encerrados os Jogos Olímpicos de Pequim. À distância, acompanhei um pouco dos jogos, descompromissado da função de reportar o que via, porém sempre com o senso de observação e crítica peculiares ao jornalismo. Entretanto, neste retorno ao trabalho, prefiro me ater aos números finais da Olimpíada. A vitória da China e o quarto lugar dos britânicos me chamam a atenção. Os resultados refletem a importância do investimento no esporte, na formação de novos campeões, em atletas de alto rendimento. Países que fazem do esporte uma espécie de marketing político. E o resultado nós vimos. Investimento que já começa na base, na escola, na universidade. Os Estados Unidos e a própria China, vencedores dos Jogos nos servem como referência.
Sobre o Brasil, levando em consideração a grandiosidade do país, o número de atletas que foram a Pequim e o investimento recorde, é inegável certa frustração. Claro que se esperava um pouco mais. Nem por isso, não devemos reverenciar os atletas brasileiros que lá estiveram. Diferentemente das potências esportivas que oferecem aos seus atletas condições dignas para a prática do esporte, no Brasil os atletas são guerreiros e precisam se desdobrar para seguirem competindo, exceção feita ao futebol e ao vôlei. Ainda falta apoio do Estado e das grandes empresas. Há a necessidade de um projeto que envolva não só o governo federal, mas também as esferas estaduais e municipais. A distribuição de verbas também precisa ser mais democrática. Outras modalidades podem ser atendidas com mais generosidade. Foram investidos quase 700 milhões de reais nos atletas olímpicos brasileiros, mas difícil mensurar o percentual desse valor que realmente caiu na conta bancária do atleta. Há gastos da chamada gestão administrativa das confederações, etc, etc, etc... Mas a hora de refletir sobre o tema é agora, já pensando em Londres, 2012 e quem sabe, no Rio de Janeiro 2016.
Escrito por Celso Cardoso às 12h27
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
 |
| [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ] |
|
 |


|
 |