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Bela Turma!
Na última semana, foi concluída a 8º Edição do Curso de Locução para Telejornal, ministrado por mim, na Faculdade Cásper Líbero. Uma turma muito especial que se destacou pela evolução durante o período de curso, pela integração, pelo bom humor e pela dedicação. Também não posso deixar de destacar o artístico e também emocionado encerramento. Aproveito para mais uma vez agradecer as palavras carinhosas em reconhecimento ao trabalho desenvolvido nessas duas semanas. Com certeza, essa foi uma turma muito especial em todos os sentidos. Sem exagero, inesquecível. Sucesso a todos!

"Turma da 8º Edição do Curso de Locução de Textos Noticiosos na Cásper com Celso Cardoso" (Thom – Fotógrafo CECL)
Escrito por Celso Cardoso às 00h17
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Carlos Bianchi faz falta ao futebol!
Nos bastidores da entrega do IV Troféu Mesa Redonda tive a oportunidade de ter uma longa conversa com o treinador argentino Carlos Bianchi, a quem tive o privilégio de entregar um troféu especial por ser o recordista de conquistas da Libertadores da América. Bianchi foi campeão com Velez Sarsfield, em 93, e campeão com o Boca Juniors em 2000, 2001 e 2003. Das quatro conquistas, três aconteceram em pleno Morumbi. Em 93 diante do São Paulo, sobre o Palmeiras em 2000 e em 2003 ao derrotar o Santos.
Além de competente, Carlos Bianchi esbanja simpatia. Durante a homenagem relembrei que em 2000 cheguei a pedi-lo na Seleção Brasileira. Assim que terminou o programa, o treinador argentino veio até mim e disse que eu “o adiava”. “Como assim?” perguntei com certa perplexidade. Aí Bianchi começou contar uma pequena história. “Em 92, estava com minha esposa, em Paris. Enquanto tomávamos um café, disse a ela que sentia falta de ser xingado por mais de 50 mil pessoas. Na verdade, estava sentindo falta de voltar ao futebol. Voltei a Buenos Aires e acertei com o Vélez. Agora, ser xingado por 50 mil torcedores é uma coisa, mas já imaginou ser questionado por mais de 180 milhões de pessoas? É isso que você quer para mim?” Perguntou ele sorrindo. Com Dona Margarida Bianchi, esposa do supercampeão da Libertadores, manifestei meu inconformismo por vê-lo fora do futebol. Ela me disse que também gosta de vê-lo trabalhando. Insisti, então: “e essa história de que ele quer ficar com a família, com os netos? ”Aí veio a resposta surpreendente: “ Bianchi é muito honesto e não consegue fechar os olhos para as coisas erradas que acontecem no futebol. Ele gosta de ver a bola rolando em campo, mas não consegue aceitar o quê acontece fora dele”. Por isso, aos 58 anos e com muito a oferecer, Bianchi prefere ficar em casa. Sem dúvida, um grande desperdício.




Escrito por Celso Cardoso às 12h50
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Um empate justo
Pelo que produziram Corinthians e São Paulo, nesta tarde, no Morumbi, o empate acabou sendo um resultado justo. Nos primeiros 10 minutos, o Corinthians foi melhor, buscou o gol e teve uma ótima chance com Finazzi. A partir daí, o São Paulo se reencontrou e teve maior volume de jogo. Aos 30 minutos, Adriano, de cabeça, teve a melhor chance, mas errou o alvo. Na segunda etapa, o panorama continuou o mesmo. O Tricolor com a posse de bola por mais tempo e o Corinthians marcando bem, procurando os contra-ataques em velocidade. Em falha de Rogério Ceni, Lulinha poderia ter feito, porém finalizou mal. Adriano marcou, mas a falta sobre o zagueiro William foi bem assinalada pelo árbitro Sálvio Espínola. No lance, Adriano se apoiou sobre o zagueiro corintiano. Na entrevista coletiva, Muricy Ramalho chegou a reclamar da marcação da arbitragem e com contundência disse: “foi gol legal!” Talvez ele reveja a posição ao observar as imagens. Outra reclamação são-paulina, um pênalti de Chicão sobre Dagoberto, é procedente. O pênalti existiu.
Escrito por Celso Cardoso às 19h13
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